O que os trainees estão achando?

25 de setembro de 2015
Para que não sabe, nós da Mosaico estamos vibrando de alegria com os nossos trainees, gente cheia de energia e vontade de fazer acontecer. Alguns deles resolveram falar um pouco sobre o que estão vivendo neste período, e você pode conferir abaixo um pouco desta experiência. A gente deseja boa sorte à todos! :D

 "Todo mundo espera um susto da Universidade: novos amigos, novos lugares, novos hobbies e concepções. Confesso que para mim, que não saí da minha casa para estudar, o susto chegou no 2º Semestre de 2015.

Já ouviu falar de susto no bom sentido? Aquele estralar de dedos que te rende outros instigantes rumos? Talvez seja por isso que a Mosaico é uma empresa que comunica para crescer.

Aprendemos na escola que os seres vivos nascem, CRESCEM, reproduzem e morrem, e é por isso que o próprio nome diz: MOSAICO. Um mosaico é eterno, se preenche, encaixa, muda peças de lugar, se reconfigura e está em constante crescimento. Digo: A Mosaico é mais que viva!

A Isabella depois do trainee na Mosaico descobriu que em um mosaico cada pedacinho se transforma em prol de um objetivo coletivo. E que cada pedacinho conhece pessoas, ideias, corre atrás de informações, perde a timidez e torna-se mutante. Muda para crescer, a eternidade é o crescimento. Agora, imagine uma empresa que tem CRESCIMENTO como lema? Não morre nunca. Foge da normalidade.

Quando o trainee acabar, as amizades, histórias, esforços, sucesso e fragilidades de quem acabou de levar um susto e ainda está tremendo, vão fazer parte do mosaico que sou hoje e do que serei daqui há um minuto."

Isabella Sales


"Entrar para a Mosaico foi uma grata surpresa. Apesar de me interessar pelo Movimento Empresa Júnior, me informando sobre e acompanhando as ações da Mosaico desde o início do curso, eu não fazia ideia da dimensão que essa vivência teria para mim até que ela começasse.

O período como trainee tem me proporcionado experiências fantásticas, como a Reunião Presencial da FEJEMG em Juiz de Fora, onde pude entrar em contato com membros de outras EJ’s, aprender mais sobre empreendedorismo e viver o MEJ de uma forma intensa e enriquecedora. Além disso, cada tarefa, treinamento e reunião me faz exercitar valores e habilidades importantes, como criatividade, espírito de equipe, responsabilidade, proatividade e dedicação.

Apesar de ter apenas um mês por enquanto, esta experiência já se fez transformadora para mim, e eu tenho a certeza de que agregará valor não só à minha vida profissional, mas ao meu crescimento enquanto pessoa."

Clara Fernandes


"No dia 17 de agosto de 2015, tive a oportunidade de ser selecionado para exercer a função de trainee, na Mosaico. O processo de seleção contou com duas etapas iniciais: a primeira, foi uma dinâmica, na qual os membros efetivos dividiram grupos para que os mesmos pudessem discutir e apresentar opiniões à respeito do atual governo do nosso país.

A segunda etapa foi uma entrevista individual, feita no escritório da empresa, no Campus
Santo Antônio da UFSJ. A etapa final será o processo de trainee, considerada critério para a
efetivação.

Nas últimas semanas quando nós trainees, passamos por uma semana em cada gerência, conhecemos projetos, métodos para melhorias (tanto para empresa, quanto para o ambiente de trabalho), plataformas tecnológicas que ajudam no desenvolvimento de projetos e atividades. Estes conhecimentos estão sendo passados para nós através de reuniões coordenadas por membros da Mosaico. A dinâmica é baseada em apresentações, atividades e em diálogos, trocando conhecimentos e informações.

Desde o início tive o prazer de entrar em contato com novas plataformas que
facilitam a elaboração de projetos e além disso, organizar o meio de trabalho da
empresa utilizando métodos eficazes. Pretendo aconselhar universitários a fazerem parte
do movimento Empresa Jr. de seu curso, pois as experiências são extremamente
benéficas, não só para quem pretende seguir carreira empresarial, mas também para
quem quiser aprender novas técnicas de desenvolvimento voltadas para tecnologia e
praticidade."

Alisson Santos

After all this time? Always.

18 de setembro de 2015




Depois de todo esse tempo? Sempre.

“Prezado Sr. Potter,

Temos o prazer de informar que V.Sa. tem uma vaga na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Estamos anexando uma lista dos livros e equipamentos necessários.”1° de setembro, início das aulas na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. É incrível que uma história possa nos levar a tantos lugares diferentes e a conhecer novos personagens que se tornam pessoas próximas. Dezoito anos após o lançamento do primeiro livro da série, Harry Potter e a Pedra Filosofal, já foram vendidas mais de 450 milhões de cópias ao redor do mundo. A maior saga de todos os tempos que diverte,
encanta e ensina, uma lenda aclamada pelas críticas. Se mesmo daqui a uns anos eu lesse ao menos uma página de algum dos livros, eu poderia sentir aquela mesma sensação que eu tive na primeira vez, e isso foi o mais perto que eu cheguei da verdadeira magia. “Naturalmente está acontecendo dentro da sua cabeça, mas por que é que isto significaria que não é real?”.

J. K. Rowling nos leva a conhecer Harry Potter, um adolescente que mora com os tios na Rua dos Alfeneiros, número 4, quando descobre que na verdade é um bruxo, o menino que sobreviveu. Nós atravessamos a plataforma 9 ¾, Rony e Hermione se tornam os nossos melhores amigos e nós viramos alunos de Hogwarts. Passamos pelo chapéu seletor, desenvolvemos habilidades no quadribol, nos apaixonamos pelas aulas, participamos de torneios e temos os melhores professores do mundo. Um mundo mágico: onde fantasmas falam, fotografias se movem, carros voam e capas da
invisibilidade existem. “São as nossas escolhas que revelam o que realmente somos, muito mais do que as nossas qualidades”.

A série originou oito filmes, estando todos entre os quarenta primeiro lugares de maior bilheteria, além de vários jogos de vídeo game. A marca Harry Potter, hoje, é estimada em 4 bilhões de dólares.
Os livros se tornaram uma ferramenta importante no estímulo à leitura, sendo usados em escolas e, inclusive, no ambiente familiar para se discutir assuntos da atualidade ou da história mundial, muitos jovens acompanharam e cresceram junto com os personagens, aprenderam coisas com o mundo bruxo que são importantes para se viver no mundo real: a humildade, a importância da família e dos amigos e, principalmente, o amor. Além das várias lições de vida, a série do bruxinho inspira fãs
ao redor do mundo até hoje, afinal, “aquilo que amamos, sempre será parte de nós”.


“Palavras são, na minha nada humilde opinião, nossa inesgotável fonte de magia.
Capazes de formar grandes sofrimentos e também de remediá-los.” (Alvo Dumbledore)

por Ana Luiza Fonseca Guimarães Assis, eterna Potterhead

Diga X!

19 de agosto de 2015
Você sabia que em 19 de agosto comemora-se o dia mundial da fotografia? A data foi escolhida para a celebração por ser dia da invenção do daguerreótipo, um processo fotográfico desenvolvido por Louis Daguerre em 1837. Para comemorar, nós da Mosaico - que já trabalhamos em tantos projetos com fotografia -, resolvemos mostrar para vocês alguns belos cliques feitos pelo nosso pessoal. Confere aí. 

As flores do balde



"Tirei essa fotografia no Rio de Janeiro. O Motivo da foto surgiu quando, em meio a baderna cotidiana de uma feira carioca, me deparei com um velho balde abraçando flores na puberdade." (Marina Farias, Conselheira)

Crianças 


"Às vezes buscamos aprendizado por meio de ícones, representantes sociais, mas  nos esquecemos que o virtuoso ensinamento pode vir por  meio de alguém inocente,  como uma criança."
(Michele Carvalho, Vice-presidente)

São João del-Rei


 "A singularidade e a particularidade de São João del-Rei me encantaram desde a primeira visita à cidade. Desde o início me senti apaixonada e acolhida por esse lugar que amo chamar de lar. E se lar é onde o seu coração está, o meu, sem dúvidas, está aqui. Essa foto, tirada no início de Agosto, mostra um pouquinho do que São João representa pra mim: uma mistura de cores que parecem nos abraçar. Que escolhe nos  aconchegar como um colo bom de mãe. E aqui, pra mim, é onde tudo começou, onde eu também escolhi me apaixonar e onde o meu futuro teve um novo início. "
(Lays Vieira, Consultora de Qualidade)

Pela Janela


Essa foto feita em São João del-Rei, foi tirada pois nao havia como não fazê-la. O cão que olhava pra mim, me lembrava a calmaria que escapa pelas janelas nas cidades do interior.
(Marina Farias, Conselheira.) 


O Cão 


"Essa foto foi tirada para um trabalho com o tema de cães de rua. A ideia era retratar, principalmente, os olhares e expressões desses cães que têm uma vida mais sofrida. Muitos são abandonados, outros já nascem em lugares inóspitos, mas todos merecem uma chance de ter um lar, fazer parte de uma família que lhes deem carinho, atenção, um teto e comida para sobreviver. Essa foto em particular me tocou muito, pois o cão chamado Antônio, morador do Campus Tancredo Neves, passa um sentimento através de seu olhar. Um pouco de tristeza, um pouco de esperança talvez, mas com certeza um olhar de um cão corajoso e experiente."
(Lis Maldos, Gerente de Qualidade) 


O Amor


"Escolhi essa foto porque é um registros de um dos projetos mais legais que participei dentro da Mosaico, em que fomos na rua para comunicar o amor das pessoas. Desse dia, restou uma gratidão enorme do sucesso do nosso projeto e um lampejo de inspiração para a vida, vendo as mais diferentes manifestações de amor."
(Luana Lavenhagen, Presidente)

















Bob Esponja: um combo de ironias sarcasmo e quebra de estereótipo

11 de agosto de 2015
Como explicar em um texto porque amo tanto esse cartoon estadunidense? Tarefa difícil, mas vamos lá.


O desenho foi criado e idealizado na década de 90 e seu caráter progressista é nítido desde a primeira temporada. Bob Esponja, o personagem principal do desenho, é um garoto sentimental, extremamente exagerado e que não raras vezes usa roupas ditas do universo feminino. Além disso, ele é dono de um amor incondicional por todos os personagens, até mesmo seus 'inimigos'.

Em certo episódio, esse amor fica bem explícito quando Bob Esponja faz um enorme balão de chocolate pro seu melhor amigo, Patrick, em comemoração ao dia dos namorados. Sim. O amor entre dois meninos sendo retratado de forma completamente natural.

Bob esponja e Patrick tomando sol na “praia” em Goo Lagoon

Os personagens “invertidos”
Analisando seus amigos, temos a Sandy, uma garota esquilo do Texas que além de ser uma inteligente cientista, pratica Karatê e faz musculação. Ou seja, a personagem feminina do cartoon é a mais forte e esperta do grupo. Diferentemente de grande parte dos desenhos animados, em que as meninas são representadas como frágeis e bobas. 

Sandy minutos antes de realizar uma cirurgia em Lula Molusco.

Lula Molusco, vizinho do Bob esponja, trabalha junto ao adorável infante amarelo no Siri Cascudo. Sua função como caixa do estabelecimento é mecânica e tediosa. Principalmente para ele que é um artista.

Em suas horas livres, Lula Molusco exercita suas habilidades artísticas: ele toca clarineta, é artista plástico, professor de Artes e bailarino. Isso mesmo. Não é difícil vê-lo vestindo macacões apertados e tiaras na cabeça durante seus ensaios de balett clássico.

Na imagem, a pele irritada de Lula Molusco após se depilar momentos antes de uma apresentação de ballet.

SpongeBob SquarePants

Como é perceptível, para o biologista norte americano Stephen Hillenburg, criador da animação para Nickelodeon, mesclar os universos masculinos e femininos não foi nem um pouco embaraçoso. Pois, por mais político, repleto de citações e obras de arte de importantes figuras da história da humanidade, o desenho é voltado para o publico infantil. Diferentemente de Séries como Ugly Americans e South Park, que são igualmente criticas porém nitidamente feitas para jovens e adultos.

Referência a famosa pintura “Persistência da Memória”, de Salvador Dali.

Com isso, fico pensando o que passa na cabeça dos pequenos ao assistirem “Bob Esponja Calça Quadrada”, já que escolas e canais televisivos estão sempre separando os aspectos da vida como “coisas de menino” e “coisas de menina”. O que será que acontece no imaginário livre de certezas absolutas das crianças? Para mim, o desenho contribui ao reforçar o óbvio: as singularidades existenciais. Não há - ou pelo menos não deveria haver - regras para ser quem se é. Se um menino, assim como o Bob Esponja deseja passar batom , qual o problema?


E se uma menina, assim, como a Sandy, gostar de esportes e artes marciais, devemos nós proibi-la e dizer que isso “não é coisa de menina” ? Não. Aliás, a única coisa que eu acho que nós deveríamos fazer é assistir mais a esse desenho tão singular. Talvez a gente chegue mais perto de viver no “universo infantil”, sem restrições inúteis nos impedindo de existir tal como somos de verdade.

por Marina Farias


Curtiu? Confira mais textos da nossa querida conselheira em seu blog. Lá ela conta tudo sobre seu estágio na Sérvia. Phyna! Acesse: https://goo.gl/k1stCg









Qual a importância de se participar de eventos do MEJ?

4 de agosto de 2015


O primeiro evento que eu participei do Movimento Empresa Júnior foi uma reunião presencial do meu núcleo (Cenje), ou como é conhecida popularmente, a famosa “RP”. Com pouco menos de um mês de empresaria júnior me vi arremessada naquele mundo de siglas desconhecidas e pessoas inspiradoras. Me falaram do MEJ, da EJ, da FEJEMG, da BJ, da JADE, do JEWC, do PE e eu só ficava imaginando que mundo estranho era aquele. Me perguntaram se eu preferia Drive ou Dropbox, se a gente praticava feedback, como funcionava o networking e mais um tanto de palavras em inglês. Eu, ali, iniciando minha caminhada e mesmo sem entender nada, me apaixonei por aquele mundo que eu pouco entendia. Os principais motivos foram dois: primeiro, porque eu enxerguei naquela gente um brilho imenso, uma paixão por aquilo que falavam e uma convicção de que aquilo era verdadeiro.  De cara, eu quis acreditar nisso tudo também. Segundo, porque trouxeram um cara incrível chamado Tio Flávio, que falou sobre empreendedorismo e transformação de uma maneira que eu, jornalista assumida e convicta de que aquele papo de empresa não era muito a minha praia, nunca vi. Saí de lá super empolgada, já tarde da noite, falando para a então vice-presidente que tudo aquilo era lindo, empolgante e de que eu queria muito fazer parte desse Movimento. Um mês depois eu mesma me tornaria presidente da minha EJ e maior incentivadora de eventos do MEJ.

Membros da Mosaico na Reunião Presencial da FEJEMG em Diamantina. Foto: Arquivo Mosaico.


As RPs são o primeiro contato da maioria dos empresários juniores com uma dimensão que extrapola o dia a dia da sua EJ: o MEJ. Daí emana uma série de outras oportunidades que fazem a diferença na vida daqueles que participam e, sem dúvidas, na sua empresa também. Eu sempre digo: o membro que só vivencia a EJ tem um ganho sim, um aprendizado acima do esperado na graduação, mas isso se esgota com o tempo. O que mantém a chama viva é o propósito e você só entende e internaliza o que o Movimento Empresa Júnior acredita e quer participando ativamente do MEJ. Eu lembro exatamente do meu primeiro UFSJr (evento do núcleo) e da minha primeira RP da FEJEMG. É sempre uma experiência transformadora que possibilita que você conheça os mais variados tipos de pessoas e práticas, trazendo um pouco de tudo isso para sua EJ. No MEJ eu entendi o que afinal significava esse empreendedorismo que eles tanto falavam e como isso poderia contribuir para que construamos um país melhor. Foram nos eventos do Movimento que descobri que os engenheiros não eram tão assim diferentes de mim, que minha universidade era muito mais do que o campus sede e que podemos sempre fazer mais e melhor se realmente acreditarmos nisso. Foi onde eu fiz grande parte dos amigos que tenho hoje e onde aprendi lições que vou levar para a vida toda.

Você aí, o que está esperando para correr para o próximo evento da sua EJ? Ainda estão disponíveis as inscrições para o Encontro Mineiro de Empresas Juniores (EMEJ) e se eu fosse você, não perderia essa chance. #VemProEMEJVem

 Luana Levenhagen
Presidente da Mosaico Comunicação Jr.


23 de junho de 2015

Junho é o mês do combate nacional a cefaleia, do meio ambiente, do citricultor, dos namorados, dos doadores de sangue, de Santo Antônio , de São João, da mídia e da liberdade de imprensa. E quer mês mais plural para ser o aniversário de uma empresa que quer usar a comunicação para divulgar toda essa diversidade? No dia 22 de junho de 2012 nascia a Mosaico Comunicação Júnior, uma ideia que brotou da cabeça da estudante de jornalismo Fernanda Morais para ser o sonho de muita gente.

Hoje, são 18 cabeças pensando, criando e fazendo de tudo para poder implementar a comunicação como forma de promover o crescimento de empresas e pessoas. E temos conseguido. Nesses três anos, 37 jovens empreendedores passaram pela Mosaico, trazendo para a amarelinha e roxa sua bagagem pessoal e a vontade de fazer mais. Foram 1096 dias de trabalho, reuniões nos horários mais improváveis, problemas que pareciam impossíveis de serem resolvidos, soluções incríveis que nos salvaram no sufoco, a família perguntando o que afinal era MEJ e quando iríamos começar a receber, clientes satisfeitos, clientes que só queriam “fazer uma alteraçãozinha”, noites em claro, algumas lágrimas e, sobretudo, um orgulho imenso por tudo o que vivemos até aqui.


A Mosaico Comunicação Júnior é feita de pessoas e para pessoas e acreditamos nisso para juntos conseguirmos usar o poder da comunicação para transformar o Brasil em um país melhor. A todos que já passaram por aqui ou que de alguma forma contribuíram e acreditaram nesse sonho, o nosso muito obrigada.

Com carinho, Gestão 2015.1.

Quem faz parte dessa história:


Fernanda Morais, Marina Tarôco, Rhafaela Resende, Ana Pessoa, Carol Slaibi, Alícia Vieira, Pedro D’Ângelo, Stephanne Fernandes, Luisa Pinha, Marina Farias, Mariana Ferreira, Marlon de Paula, Isadora Brito, Thiago Longatti, Fabiano Porto, Luana Levenhagen, Moema Vianna, Thallysson Eliseu, Lucas Machado, Nara Nunes, Thayanne Nascimento, Mayra Coimbra, Fernanda Rezende, Eduardo Gaio, Dyonara Monartes, Isabela Castro, Alan Carvalho, Déborah Vieira, Brunno Santos, Lis Maldos, Lays Vieira, Diego Damasceno,Tiago Santos, Sarah Rodrigues, Laila Zin, Michele Carvalho e Sarah Rios.

O mundo em suas mãos

19 de junho de 2015

Viajar, conhecer o mundo, aprender sobre pessoas de países e culturas diferentes, além de viver momentos nunca imaginados são alguns dos benefícios de se fazer um intercâmbio. Uma experiência como essa listada no currículo aumenta significativamente as chances do candidato ser escolhido na seleção de um trabalho, emprego, estágio e afins. Para a vida acadêmica e profissional, porém, o verdadeiro chamariz por trás dessa experiência é o chamado currículo invisível ou a bagagem invisível.

O que é o currículo invisível?

Conhecer o diferente, ter ciência da diversidade de culturas, aprender a respeitar e noção de outros valores, saber lidar com diversas situações fazem parte desse currículo. Nele, considera-se a experiência em si, a vivência e aprendizado a partir de cada situação extraordinária. O crescimento e amadurecimento psicológico daquele que faz um intercâmbio são enormes e muito valorizados no mercado de trabalho.
Podemos perceber a importância dada ao intercâmbio através dos investimentos feitos por órgãos públicos nacionais como o Ministério da Educação (MEC) e as (IES) Instituições de Ensino Superior. A partir disso, o número de profissionais que saíram da universidade melhor preparados para mercado de trabalho aumentou. Os principais objetivos desses órgãos são capacitar e aprimorar da melhor maneira possível as habilidades necessárias para o que a sociedade do conhecimento possa avançar. Outra intenção dos que incentivam a experiência do intercâmbio é promover uma imersão tanto dos brasileiros no exterior, quanto dos estrangeiros no Brasil.

 Barreiras

O estudante que se propõe a fazer uma mobilidade acadêmica internacional deve ter em mente que pode haver um estranhamento, o que é normal. A adaptação de uns pode ser mais fácil do que de outros, o importante é encontrar uma maneira de se habituar e de se familiarizar ao novo ambiente.
A língua pode ser uma das barreiras para essa adaptação. É recomendado que o aluno que faz um intercâmbio internacional tenha um nível de entendimento intermediário antes de realizá-lo. Caso contrário, o acompanhamento das aulas pode se tornar difícil e, com isso, desmotivar o estudante a frequentá-las.
A solidão e saudade de casa e dos rostos conhecidos são outros itens que podem atrapalhar em algumas situações. Mas é importante lembrar que a experiência é única e que quem realiza um intercâmbio está numa posição privilegiada. A saudade pode ser sanada através de Skype, mensagens de texto e aproveitando ao máximo a viagem.

Por que vale a pena?


O intercâmbio acadêmico cultural permite ao estudante vantagens que vão além do aprendizado, também se torna um proveito “no desenvolvimento psicológico, autoconfiança, amadurecimento, independência, capacidade de relacionar-se e, sentir-se um cidadão do mundo”, segundo Oliveira & Pagliuca. Apesar das controvérsias que existem no Brasil sobre essa questão, no momento, o retorno dessas experienciais acadêmicas cumpre justamente o seu propósito de formar profissionais que terão a mentalidade de romper as barreiras e trazer inovações para o país em diversas áreas de atuação.